Popular Sao Tome And Principe Books

9+ [Hand Picked] Popular Books On Sao Tome And Principe

Discover the list of some best books written on Sao Tome And Principe by popular award winning authors. These book on topic Sao Tome And Principe highly popular among the readers worldwide.

4.8/5

Equador by Miguel Sousa Tavares

It is 1905 and Luis Bernardo Valenca, a thirty-seven-year-old bachelor and owner of a small shipping company, is revelling in Lisbon’s grand and luxurious high society. But his life is turned upside down when King Dom Carlos invites him to become governor of Portugal’s smallest colony, the island of São Tomé e Principe. Luis Bernardo is ill-prepared for the challenges of p It is 1905 and Luis Bernardo Valenca, a thirty-seven-year-old bachelor and owner of a small shipping company, is revelling in Lisbon’s grand and luxurious high society. But his life is turned upside down when King Dom Carlos invites him to become governor of Portugal’s smallest colony, the island of São Tomé e Principe. Luis Bernardo is ill-prepared for the challenges of plantation life – used to a softer urban existence, he is shocked by the conditions under which the workers labour. But with the English closing in on São Tomé’s cocoa plantations, the island’s main means of survival, Luis Bernardo must endeavour to protect the island and its community.

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4/5

São Tome: Journey to the Abyss--Portugal's Stolen Children by Paul D. Cohn

In 1485 the Portuguese Crown and Catholic Church began to kidnap Jewish children, forcibly convert the young conscripts, and ship them to São Tomé Island off the African equator to work the government sugar plantations. The collision of slavery, sugar agriculture, and discovery of The Americas transformed this island colony into the nidus of the wholesale black slave trade In 1485 the Portuguese Crown and Catholic Church began to kidnap Jewish children, forcibly convert the young conscripts, and ship them to São Tomé Island off the African equator to work the government sugar plantations. The collision of slavery, sugar agriculture, and discovery of The Americas transformed this island colony into the nidus of the wholesale black slave trade that infected Africa and Western commerce for the next 350 years. This is a unique and little-known chapter of the Diaspora which also reveals the Medieval Church s complicity in the business of slavery. São Tomé tells the story of young Marcel Saulo and his sister Leah, who were abducted with other children from their synagogue in Lisbon and shipped 4,000 miles to the West-African island. Stellar Pre-Publication Reviews for Paul Cohn's São Tomé "São Tomé a powerful story I admired the strength and confidence in the writing. The setting and characters are richly drawn, and I especially enjoyed the vivid details that make the unfolding events resonate sharply with the reader riveting." --Michael Peitsch, Sr. Vice President/Publisher, Little, Brown & Co. "A potent mix of characters and action, Paul Cohn's São Tomé is historical fiction at its finest." --Sid Gustafson, Prisoners of Flight "São Tomé great research, emotionally powerful, the drama is terrific. I got hooked!" --Carl Lennertz, Vice President, HarperCollins Publishers "São Tomé is rich and potent, depicted with impressive authority throughout." --Leigh Feldman, Darhansoff, Verrill, Feldman Literary Agency About the author Paul Cohn became intrigued with the story of São Tomé Island after viewing Luc Cuyveres' PBS series Into the Rising Sun which chronicled the 15th and 16th Century Portuguese voyages of exploration. His research revealed the compelling history of this equatorial, West-African island colony: The beginnings and then the centerpiece for wholesale African slave trafficking, the kidnapping of Jewish children from the Portuguese mainland to work the Tomé sugar plantations, and the corrosive influence of sugar commerce on both Europe and the Americas. This was a tale to be shared with the reading public.

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4.1/5

A sombra do Oká by Olinda Beja

A Sombra de Oká é um livro de poesias e tem uma historia que segundo a autora, levou dez anos para ser concluída e por isso mesmo descreve uma longa jornada de sangue, suor e lagrimas. O título do livro tem como referencia a maior e mais mítica arvore das ilhas São Tomé e Príncipe, com seus duendes, curas, feitiços e magias relacionados a cultura luso-africana. “É um dos mai A Sombra de Oká é um livro de poesias e tem uma historia que segundo a autora, levou dez anos para ser concluída e por isso mesmo descreve uma longa jornada de sangue, suor e lagrimas. O título do livro tem como referencia a maior e mais mítica arvore das ilhas São Tomé e Príncipe, com seus duendes, curas, feitiços e magias relacionados a cultura luso-africana. “É um dos mais belos livros de poesia em língua portuguesa dentre os que já tive a oportunidade de ler.” Amarino Queiroz

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3.4/5

Aromas de Cajamanga by Olinda Beja

Em Aromas de Cajamanga, o público finalmente passa a ter acesso à voz dessa notável poeta e seu canto, sempre impregnado pela doçura cadenciada que a terra crioula lhe doou ao coração. Olinda Beja leva uma vida “sem receios”, uma bonita lição colhida na arvore ancestral de seu povo, a África de São Tomé e Príncipe entranhada nas festas populares, no teatro mágico que a tod Em Aromas de Cajamanga, o público finalmente passa a ter acesso à voz dessa notável poeta e seu canto, sempre impregnado pela doçura cadenciada que a terra crioula lhe doou ao coração. Olinda Beja leva uma vida “sem receios”, uma bonita lição colhida na arvore ancestral de seu povo, a África de São Tomé e Príncipe entranhada nas festas populares, no teatro mágico que a todo instante reanima as origens. Como destaca Floriano Martins, no prólogo da obra, trata-se de “uma orgia de sons que são o batuque frenético de sentidos que nos escapam, as entranhas de uma África que hoje parece perdida, violentada ou torpemente folclorizada (...) O caldo em que banha ritos e mitos, o enlace com que multiplica a inquietude, como vai buscar os vultos da infância, o encanto dos trovadores, as vestes da tradição, o relicário do desejo, afinidades com outras fontes líticas, tudo isto resplende como invenção incansável nessas páginas (..) De riqueza inigualável a envolvente melodia de sua imaginação”. Segundo Nuno Rebocho, “Olinda Beja é uma referência na literatura de São Tomé e Príncipe, onde avultam nomes como Caetano da Costa Alegre, Francisco José Tenreiro e Alda Espírito Santo. Olinda que partiu criança da sua ilha até os longes de outras paragens, não rompeu as raízes que continuam a prendê-la ao chão original cantando ‘palavras de gengibre repartido por bocas onde escorre abacaxi selvagem’. Os poemas de Olinda Beja são uma encruzilhada de culturas, são os segredos que sibilam nas muralhas, segredos dos avós escravos-livres de rotas e caminhos, são o grito da diáspora numa Santomensidão que lhe lateja nas veias com a força do danço-congo e a fogacidade do kilelê.”

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4.8/5

Chocolate Islands: Cocoa, Slavery, and Colonial Africa by Catherine Higgs

In Chocolate Islands: Cocoa, Slavery, and Colonial Africa, Catherine Higgs traces the early-twentieth-century journey of the Englishman Joseph Burtt to the Portuguese colony of São Tomé and Príncipe—the chocolate islands—through Angola and Mozambique, and finally to British Southern Africa. Burtt had been hired by the chocolate firm Cadbury Brothers Limited to determine if In Chocolate Islands: Cocoa, Slavery, and Colonial Africa, Catherine Higgs traces the early-twentieth-century journey of the Englishman Joseph Burtt to the Portuguese colony of São Tomé and Príncipe—the chocolate islands—through Angola and Mozambique, and finally to British Southern Africa. Burtt had been hired by the chocolate firm Cadbury Brothers Limited to determine if the cocoa it was buying from the islands had been harvested by slave laborers forcibly recruited from Angola, an allegation that became one of the grand scandals of the early colonial era. Burtt spent six months on São Tomé and Príncipe and a year in Angola. His five-month march across Angola in 1906 took him from innocence and credulity to outrage and activism and ultimately helped change labor recruiting practices in colonial Africa. This beautifully written and engaging travel narrative draws on collections in Portugal, the United Kingdom, and Africa to explore British and Portuguese attitudes toward work, slavery, race, and imperialism. In a story still familiar a century after Burtt’s sojourn, Chocolate Islands reveals the idealism, naivety, and racism that shaped attitudes toward Africa, even among those who sought to improve the conditions of its workers.

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3.1/5

Poesia Negra de Expressão Portuguesa by Mário Pinto de Andrade , Francisco Tenreiro , Manuel Ferreira (Editor & Contributor) , Judite Cília (Illustrator)

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3.6/5

Vila Flogá by Sum Marky

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4.5/5

O País de Akendengué by Conceição Lima

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3/5

15 dias de regresso by Olinda Beja

Esta é a história de Xininha, menina crioula, trazida de além-mar para terras frias da Beira Alta, quando ainda nada conhecia da vida. É também o drama de Olívia-mulher, cheia de sonhos e medos, angústias e alegrias, poemas de lua cheia e vendavais. Criança-menina envolta em teias de bruma de um colégio de província, subjugada a um mundo diferente que por vezes lhe aumentou Esta é a história de Xininha, menina crioula, trazida de além-mar para terras frias da Beira Alta, quando ainda nada conhecia da vida. É também o drama de Olívia-mulher, cheia de sonhos e medos, angústias e alegrias, poemas de lua cheia e vendavais. Criança-menina envolta em teias de bruma de um colégio de província, subjugada a um mundo diferente que por vezes lhe aumentou a dor e a revolta. Mulher-criança que lutou para além do espaço que lhe fora destinado, sempre dividida entre dois mundos, o negro e o branco, o europeu e o africano, o mar e a montanha. É o regresso das duas ao passado e ao futuro, num entrecruzar de pessoas e costumes, num aprofundar de raízes. É ainda a vida de Sam Lázara, mãe coragem, mão ansiedade, mão resignada, trinta e sete anos à espera da filha, num reencontro que só a força do amor tornou possível. Escrevi esta história para meu filho, meus netos e todos os meus vindouros, para que eles saibam sempre que as suas raízes mergulham em África e lá se perdem pela imensidão dos tempos. Escrevi-a também para todos os que foram e são discriminados racial ou socialmente, no seu país ou fora dele, e esperam sorrindo, que uma nova primavera lhes traga frutos maduros num outono de paz.

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